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VAMOS DAR UMA VOLTA DE FAT BOY? #HARLEY28/12/17

Nosso colunista Marcelo Diogo conta do test ride com modelo icônico

No mês passado a BH Harley-Davidson (BHHD) apresentou para o público mineiro a nova linha de motocicletas 2018 (relembre). A partir dessa semana, abriram os test rides com as novíssimas máquinas recém-lançadas e, para estrear, dei uma volta com a Fat Boy e conto um pouco abaixo.

Em modo test ride

      

O modelo desenhado por Willie G. Davidson (neto de um dos fundadores da marca) foi lançado originalmente em 1988 para o Daytona Bike Week (aqui), tradicional evento norte-americano, e imortalizado com aparições no cinema nos filmes “O Exterminador do Futuro” (Terminator/1991 e Terminator Genisys/2015) e “Motoqueiros Selvagens” (Wild Hogs/2007).

A moto sofreu apenas alterações estéticas e tecnológicas ao longo da sua história (como a mudança dos motores EVO com 1455cc para o Twin-Cam 1584cc e caixa com seis velocidades em 2006, e o freio ABS, em 2012). E agora, na nova linha 2018, com o novíssimo motor Milwalkee-Eight (M8), nas opções 107 cm /1745 cilindradas e 114cm/1868 cilindradas, e com o novo quadro com mola única “Showa” e chassi tubular bem mais leve que seu sucessor.

Enquanto aguardamos as reportagens da mídia especializada com as informações “padronizadas” de torque, consumo, distância entre eixos, bla, bla, bla... Brincadeira, pode conferir estas informações no site oficial da HD no Brasil (aqui). Conto abaixo as minhas impressões pessoais da moto.

    Testando...

     

Peguei a moto na BHHD na terça-feira e subi a BR-040 em direção ao Rio de Janeiro. De cara a potência da moto assusta mesmo quem já está acostumado. O trânsito não me deixou acelerar muito, mas dei uma boa esticada e passei a sexta marcha com 110km/h (foi mais um pouco, mas o limite da estrada era esse).

Entrei no Jardim Canadá, segui para o Parque Estadual do Rola Moça e pude sentir a moto nas curvas fechadas da estrada que dá acesso à vila de Casa Branca. O novo chassi mais leve e o motor maior permitem retomadas rápidas e curvas bem mais fechadas, pois a moto ficou mais alta, com as plataformas/pedaleiras e caixa de primária também mais altas. O pneu 240 e a mola traseira única deixaram a pilotagem mais dinâmica e redonda, com os freios potentes segurando bem as frenagens.

Até breve!    

   

 

Quem quiser fazer o test ride é só ligar na BHHD e marcar. Aposto que depois de uma volta nessa máquina, o leitor vai querer trocar ou adquirir um modelo.

Serviço:

BHHD

Onde: av. Raja Gabaglia, 4500, Santa Lúcia

Contato: (31) 2532-4444

#acelera

MARCELO DIOGO (COLABORAÇÃO ESPECIAL)

FOTOS DIVULGAÇÃO/ACERVO PESSOAL

  




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